As famílias são fontes de carinho e cuidado. São elas que se apoiam e colaboram para o bem-estar.
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É uma condição de profunda tristeza, desespero e falta de esperança que acontece logo após o parto. Raramente, a situação pode se complicar e evoluir para uma forma mais agressiva e extrema da depressão pós-parto, conhecida como psicose pós-parto. A depressão pós-parto traz inúmeras consequências ao vínculo da mãe com o bebê, sobretudo no que se refere ao aspecto afetivo.
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A depressão infantil é um assunto sério que deve ser tratado com muita cautela. Pode-se pensar que é impossível que seres tão enérgicos e alegres possam ter depressão, mas as crianças também estão tão sujeitas quanto adultos, a desenvolverem condições emocionais de profunda tristeza e psicológicas graves.
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Os pesquisadores descobriram que: “Em geral, 7% dos pais têm depressão. Em análises bivariadas, pais deprimidos têm maior probabilidade, quando comparados com pais não deprimidos, de relatar agressões a seus filhos de 1 ano de idade no mês anterior (41% comparado com 13%)
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É através das primeiras experiências sociais e de construção de vínculos que a criança desenvolve seus valores e personalidade, além de serem a base onde o seu psicológico e emocional serão fundadas. Crianças que não receberam amparo e carinho podem desenvolver traumas.
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Voltar do início “Se existe pãe, por que ninguém fala em mai?” Vi essa chamada numa matéria de revista e achei apropriado e interessante trazer para o debate. Antes de mais nada, queria que vocês refletissem comigo sobre esse termo. Sei que pode parecer uma discussão boba, que alguém pode dizer: “Ah, Samara! Mas deixa ela se chamar e gostar de ser chamada de pãe”.
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